Põe o Cinto

Já parou para pensar que, caso não alguma refeição. Nunca é lembrado.


Dá para aumentar essas afirmações em inúmeras razões para reclamar esse acessório essencial para Vida no trânsito.


ORIGEM


Na década de 20, ainda na Europa, a velocidade máxima era de 30 km/h, e essa leseira não impedia com que acidentes graves ocorressem.


A ideia original do cinto veio dos próprios condutores, diante de acidentes, que muitas vezes, terminavam em morte.


Caseiros, os primeiros cintos eram presos nas extremidades do banco, superior e inferior.


Após cerca de 2 anos, as montadoras decidiram aprimorar e incluir nos automóveis. Mas demorou muito para que a moda pegasse.


O primeiro automóvel a trazer a novidade com uma finalização menos artesanal foi o modelo Amazon, da Volvo. Chegou ao mercado em 1959, através do engenheiro Nils Bohlin, que fora contratado para redesenhar toda a estrutura da marca, na ocasião, patenteando assim o adereço sob pompas de exclusivo e original.


LEI


De acordo com o artigo 65 do Código de Trânsito Brasileiro, o CINTO DE SEGURANÇA, é de uso obrigatório pelo condutor e passageiro, em todas as vias em território Nacional, salvo em situações autorizadas pelo CONTRAN. Está sujeito a penalidade de multa, seguido por medidas administrativas de retenção do veículo.


O USO GARANTE VIDA


O cinto assegura em casos de acidentes, sendo responsável por salva vidas e impedir tragédias. Diminui o impacto e garante que, em caso de colisão, o corpo humano se debata no painel e teto e/ou seja projetado para fora do veículo.


Use e peça para seu carona usar também! A Vida não tem preço, e com o cinto ficamos todos muito mais bonitos.

Erika Dessler – Redatora AllThree/São Paulo 25.11.2016
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